Matérias >> Edição 187 >> Especial

Reinauguração da Sinagoga Mekor Haim

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Moisés Khafif, presidente da Congregação Mekor Haim

Inicio minhas palavras citando uma halachá do Rambam, o Maimônides, em sua obra Yad Hachazacá: “Tudo que a pessoa faz para Hashem, que seja do bom e do melhor. Se faz uma casa para Hashem, uma sinagoga, que seja melhor do que a casa onde mora.”

Particularmente, eu não entendia bem essas palavras. Comecei a entender quando participei da reforma desta sinagoga.

Nós, da diretoria, decidimos dar início a uma reforma, que era de grande necessidade. A partir daquele momento, os frequentadores começaram a questionar: “Vai ser uma reforma bonita? Vai ser feita com capricho? Vai ser um grande kidush Hashem? Vai estar de acordo com a dignidade da nossa kehilá?”.

Nossa intenção inicial era fazer algo mais simples. O indispensável. Mas, quando percebemos a empolgação dos frequentadores, a vontade que todos demonstraram de ter um bêt hacnêsset lindo, para enobrecer Hashem e nossas tefilot, começamos a entender a halachá que consta no Rambam. Todos tinham vontade de rezar e estudar em um lugar mais bonito que suas próprias residências. Foi isso que nos emocionou e nos deu o ânimo para trabalharmos com grande empenho em uma reforma tão especial. Hoje vemos, baruch Hashem, o sucesso obtido nesta iniciativa, pelo mérito de toda a kehilá.

Neste momento eu gostaria de fazer alguns agradecimentos. Antes de tudo, agradeço a todos os doadores, pela confiança que depositaram em nossa kehilá, doando com uma mão aberta, com grande benevolência. Entre os doadores, gostaria de agradecer, especificamente, ao Sr. Tedy Safdie.

Convido algumas pessoas queridas para virem receber presentes simbólicos, que manifestam nossa imensa gratidão. Primeiramente, o excelente arquiteto Marcelo Rossett, idealizador deste projeto maravilhoso. O Sr. Henri Abuhab e seu filho David, da Abuhab Construções e Empreendimentos Ltda., estiveram sempre presentes, pessoalmente, acompanhando de perto os trabalhos da reforma. O engenheiro Jorge Freund, da Konstruir Engenharia, acompanhou a obra com os construtores e demonstrou grande competência e dedicação. O Sr. Sergio Fahrer planejou e fabricou esses belíssimos móveis, tão confortáveis, com o máximo de profissionalismo e carinho.

Moisés Khafif (E), Sérgio Fahrer, Marcelo Rosset, Jorge Freund, David Abuhab e Henri Abuhab
Moisés Khafif (E), Sérgio Fahrer, Marcelo Rosset, Jorge Freund, David Abuhab e Henri Abuhab

A próxima homenagem que eu gostaria de fazer é para alguém que não gosta de homenagens e presentes, mas certamente ele merece! O Rabino Isaac Dichi Shlita lidera a kehilá há mais de 40 anos. Sua constante dedicação, incansável, é notória para todos. Para mim, o mais difícil foi encontrar um presente para o Rav. Procurei muito e não conseguia encontrar algo que ele realmente gostaria de receber. Mas finalmente encontrei, e gostaria de compartilhar com vocês. Será um maravilhoso presente de todos nós. Se sairmos desta linda festa comprometidos em frequentar esta casa em mais shiurim, em mais tefilot, aproximando mais amigos, esse será um presente sensacional para o Rabino.

Eu não poderia deixar de citar algumas pessoas da administração que colaboraram muito durante essa obra. Os senhores José Zagury, Ezra Chamah, Rafi Bijo, Yaron Ashush e as senhoras Silvia Catach, Geni Finkelsztajn, Sílvia Majerowich, e Andrea Fischman. Agradeço muito a eles.

Além disso, nossos voluntários e voluntárias do Comitê de Damas e dos guemachim merecem nosso reconhecimento e gratidão.

Apesar de tantas pessoas que se empenham para o sucesso das atividades desta congregação, nosso único e verdadeiro provedor, que nunca nos abandona, responsável por todos os êxitos é Hashem! Nós sempre levantamos as mãos para os céus e clamamos: “Hacadosh Baruch Hu, você é nosso único um endereço para onde pedir! Por favor, coroe de êxito nossas intenções. Aceite nossas tefilot, envie muita paz, saúde, parnassá tová, sucesso, vida longa e alegrias para todo Am Yisrael!

Tizcu leshanim rabot neimot vetovot!

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Dr. Marcos Knobel, presidente da FISESP - Federação Israelita do Estado de São Paulo

Antes de mais nada, desejo shaná tová umtucá para toda a congregação.

Gostaria de saudar meu querido Rabino Isaac Dichi, em nome de todas as autoridades rabínicas aqui presentes, ao presidente Moisés Khafif, e parabenizar toda a sua diretoria pela maravilhosa condução dessa reforma.

Gostaria também fazer uma saudação especial ao meu querido sogro Yossi Arazi, em nome de todos os presentes.

Posso dizer que é um pouco estranho eu estar aqui como pessoa jurídica, representando a Federação Israelita do Estado de São Paulo, sendo que fui muito bem recebido nesta casa e passei momentos muito importantes da minha vida. Comemorei meu Shabat chatan e dei nomes aos meus filhos aqui. Desta forma, guardo um carinho muito especial pela Mekor Haim e considero que aqui também a minha casa!

Ilustre Rabino, é emocionante ver essa sinagoga totalmente lotada. Isso me faz recordar alguns momentos das nossas conversas no ano de 2020, durante a pandemia. Naquela ocasião, o senhor sabiamente cogitou em fechar a sinagoga durante Rosh Hashaná, para preservar a saúde da sua kehilá, conforme me comunicou. Tamanha lucidez e responsabilidade me pegou de surpresa. Certamente o senhor gostaria que todos comemorassem os yamim noraim juntos na sinagoga! Ainda assim, como prioridade, o senhor pensou na saúde de todos! Naquela época tive conversas também com o Benjamin, com o Celso e com o Mimi, justamente para dar o suporte necessário de segurança e os protocolos para que todos aqui pudessem comemorar as festas judaicas de uma maneira segura e alegre. Graças a D’us, seguindo todo o protocolo necessário, as festas foram comemoradas. Felizmente, chegamos a um momento em que temos a sinagoga cheia e todos, graças a D’us, com saúde.

A Federação Israelita do Estado de São Paulo está aqui para servir vocês. Nossa intenção é que todos possam praticar o judaísmo da melhor maneira possível e com segurança.

Essa reforma física ficou maravilhosa! Mas posso dizer que, desde a primeira vez que pisei aqui até hoje, o que mais me impressiona é a parte espiritual. Essa força se deve à sua perseverança, rabino, e à força da sua diretoria, sob a liderança do Sr. Moisés Khafif. Com isso, formou-se um cahal totalmente engajado, que nos deixa muito satisfeitos.

Nas nossas reuniões na Federação eu sempre afirmo que a Congregação Mekor Haim é um orgulho para a nossa comunidade!

Parabéns mais uma vez a todos vocês, parabéns ao Rabino e shaná tová!

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Luiz Kignel, diretor da CONIB - Confederação Israelita do Brasil

Boa noite a todos!

Em nome da Confedereração Israelida do Brasil cumprimento todo o rabinato, na pessoa do Rabino Isaac Dichi, as entidades aqui presentes, na pessoa do nosso presidente Marcos Knobel, e todos os congregantes presentes, na pessoa do Sr. Moisés Khafif.

Quando presidi a Federação Israelita fui testemunha, assim como o Marcos é hoje, de quanto o Rabino Dichi faz para fora desta comunidade e o quanto ele nos ajuda. É uma pessoa que nos liga para questionar a melhor maneira de agir e para nos cobrar posições como lideranças comunitárias. Apesar de todo o tempo que dedica a esta entidade, ainda encontra tempo para auxiliar a Federação sempre que surge uma oportunidade. Sempre solícito a nossas consultas e preocupado com todo o yishuv, “porta de casa para fora”, também.

Além do sucesso visível da reforma física desta congregação, gostaria de passar uma mensagem muito relevante e importante relacionada com a reforma.

Além da questão da beleza física, a reforma traz outra consequência, não menos importante e não menos bela. Durante todos esses meses, muitas crianças ouviram em seus lares sobre a preocupação dos pais com a reforma da sinagoga. Essa geração jovem cresceu ouvindo que é necessário doar para a sinagoga, que é necessário participar, que é necessário preocupar-se com a sinagoga. Jovens entre 8 e 18 anos passaram meses ouvindo dos seus pais, que é importante deixar a sinagoga mais bonita, mais acessível, mais acolhedora, mais digna.

Essa nova geração, daqui a quinze ou vinte anos, estará na liderança da comunidade. Eles vão dizer o que ouviram de seus pais e que desejam empenhar-se, da mesma forma, em prol da kehilá.

O grande ganho da reforma, além da beleza física, é a beleza da conexão, do pertencimento - quando uma geração de jovens vê que seus pais dedicaram tempo e valores para um ideal judaico. Essa é mais uma grande conquista decorrente desta reforma.

Em nome da CONIB, desejo a todos vocês chatimá tová, que sejam inscritos, selados e confirmados no Livro da Vida.

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Uri Baroukh, diretor da Congregação Mekor Haim

Gostaria de compartilhar com todos vocês o meu sentimento pessoal.

Imaginem uma família - um pai com sua esposa e três filhos - que viveram ótimos momentos durante quinze anos em uma casa e decidem fazer uma reforma. Eles alugam um pequeno apartamento próximo dali, que não é tão confortável, e passam onze meses ansiando pelo dia que poderão voltar para casa.

E cá estamos! Após onze meses de reforma, estamos voltando para nossa casa - linda, moderna e repaginada. Esta é a nossa casa, porque começamos nosso dia aqui, rezando e estudando, e terminamos nosso dia aqui, rezando e estudando.

A sinagoga faz parte de nossa rotina e é a nossa vida. Temos apenas ótimas lembranças dos lindos momentos que vivemos em tantas épocas passadas neste endereço.

Gostaria de agradecer, antes de tudo, ao Rav Dichi Shlita, por tantos anos de empenho e dedicação incondicionais para nossa kehilá. Que Hashem continue dando a ele força, saúde e sabedoria para liderar nossas iniciativas.

Agradeço também a todos que trabalharam aqui, rabinos, chazanim, funcionários, diretores e voluntários. Cada um tem o mérito de participar com um tijolo desta grande obra.

De uma forma especial, gostaria de fazer um agradecimento ao nosso presidente, o senhor Moisés Khafif. Pessoalmente, fiquei impressionado de observar como uma pessoa dedica tanto tempo da sua vida em prol do tsibur! A sua vida é a sinagoga! Você é um exemplo de comprometimento e responsabilidade em relação ao público, para a nova geração e para todos nós.

Muito obrigado a todos.

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Rabino Isaac Dichi Shlita, rabino da Congregação Mekor Haim

A Torá nos ensina que um dos fundamentos básicos e essenciais para a formação do perfil espiritual de um yehudi é a gratidão. Inicio minhas palavras com um profundo agradecimento ao Eterno. Não teríamos chegado a nada, e principalmente a um momento solene e tão emocionante como este, se não fosse a ajuda do Todo-Poderoso. Mesmo no âmbito particular, cada indivíduo, independentemente de suas ocupações, não chega a nada sem a ajuda de Hashem.

Nosso maior mérito neste mundo é o empenho em coroar o Todo-Poderoso como nosso rei. Ter a oportunidade de fazer isso deve ser o maior motivo de nossa gratidão. Conforme nos explica Rabi David Abudarham, o valor numérico da palavra “kêter”, coroa em hebraico, é 620, o mesmo valor numérico das letras que compões a frase “Hashem mêlech, Hashem malach, Hashem yimloch leolam vaed” - D’us é rei, reinou e reinará eternamente”. Na “Iguêret Hacôdesh” do Báal Hatánia consta também que kêter é a “vontade de Hashem”, as 613 mitsvot da Torá mais as 7 mitsvot dos nossos sábios.

Esta congregação atravessou cinco etapas físicas. Foi fundada em 7 de junho de 1959 com sede em uma casa na Rua Brigadeiro Galvão.

Logo em seguida a comunidade egípcia passou a fazer um esforço sobrenatural para construir uma sede mais apropriada, apesar da situação financeira desfavorável da maioria, que saiu do Egito deixando lá todos os seus pertences. No mesmo ano de 1959 o Sr. Joseph Farhi encabeçou a compra de um terreno de 700m², lançando a pedra fundamental da nova sede da Congregação Mekor Haim em Higienópolis. Naquela época os doadores ofereciam valores equivalentes ao custo de sacos de cimento e de tijolos para participarem da construção! A sede da Rua São Vicente de Paula finalmente foi inaugurada em 1967.

A terceira etapa aconteceu com a compra de um edifício vizinho e sua reforma, encabeçada por nosso estimado gabay, o senhor Menachem Khafif, um líder que por quase três décadas nunca se indispôs com qualquer frequentador.

A quarta etapa começou quando a kehilá adquiriu um terreno ao lado e construiu o novo prédio, inaugurado no início de 2012. Um grande amigo, o Sr. Marco Matalon, perguntou-me o que faríamos com mais um edifício. E o tempo respondeu! As novas instalações estão ocupadas com Torá, guemilut chassadim e com tefilá!

Finalmente, esta quinta etapa, a reforma da sinagoga, foi encabeçada pelo nosso presidente, o senhor Moisés Khafif, junto com a diretoria tão diligente.

Hashem sempre nos ajudou, e pedimos neste momento que continue nos ajudando!

Gostaria de fazer uma menção honrosa - e também uma hashcavá, ou Kel Malê Rachamim - a personagens que se destacaram nesta comunidade. O primeiro rabino foi o Rav Moshê Dayan, que em pouco tempo conseguiu enraizar os principais valores judaicos na kehilá: os conceitos de Shabat, pureza do lar, tsedacá e tantos outros.

Vindo do Líbano, o Chacham Chahoud Chreim passou os últimos vinte anos de sua vida nesta cidade, liderando os rabinos sefarditas e orientando-os quanto aos assuntos relacionados com o crescimento dos valores espirituais na cidade.

Os presidentes anteriores da Congregação, zichronam livrachá, foram o Sr. Joseph Farhi, o Sr. Edgard de Picciotto, o Sr. Albert Dichy e o Sr. Victor Lagnado, além do presidente honorário, o Sr. Edmundo Safdié.

Os presidentes que estão entre nós - que Hashem lhes dê vida longa - são o Sr. Maurice Baroukh, o Senhor Benjamin Souccar e o nosso presidente atual, o Senhor Moisés Khafif.

Os primeiros chazanim foram os senhores Nissim Chattach e Youssef

Man, um homem incansável. Colaboraram com eles os senhores Kamal Ashkenazi, Shelomo Boussidan, David Simhon, Albert Tawil e Jacob Cohen. Os gabayim anteriores foram os senhores Salvo Carola, Moise Cohen e mor avi Victor Dichi.

Entre os colaboradores, cabe destacar os senhores Eli Habib, Daniel Chaim, Vita Gomel, Elie Nahoum, Salomon Harari,

Albert Mattatia e Jaques Mattatia.

Entre os diretores, cito aqui os senhores David Douek, Rafael Horn, Ibrahm Salama, Joe Picciotto,

Claudio Leon, Isaac Carolla, Salvo Carolla, Abramo Cohen, Haim

Dichi, Ezra Chammas, Marc Farhi, Albert Katri, Albert Azrak, Max Catach, Isaac Michaan, Eduardo Levi, Nathan Souccar, Victor

Souccar, Jacques Eskenazi, Alberto Haber, Emile Harari, Maurice

Harari, Clement Aboulafia e,

lehavdil ben chayim lechayim, o engenheiro Samir Dichy, que construiu a segunda sinagoga aqui.

Cada um destes senhores colocou um tijolo nesta nobre obra. Que o mérito de todas as atividades desenvolvidas na kehilá prevaleça para eles no mundo superior.

Hoje, no calendário judaico, é o dia 25 de elul, que foi o primeiro dia da Criação. Em Rosh Hashaná, o sexto dia da Criação, o Todo-Poderoso criou o ser humano. O ser humano é chamado pela nossa literatura de “a coroa da criação”. Esse título compromete a todos nós, a comportarmo-nos à altura desta expectativa. Quando Hashem criou o primeiro homem Ele lhe disse: “Fique atento para não estragar minha obra!”. Este é um recado para toda a humanidade. Devemos estudar e entender o que a Torá espera de nós, para não sermos arrastados por concepções e pensamentos que contradizem a vontade de Hashem.

A Torá, o judaísmo, é um mundo de fraternidade - “yedidut”, em hebraico. No Talmud, tratado de Menachot 53, consta a seguinte mensagem: “Yavô yedid ben yedid veyivnê yedid leyedid bechelcô shel yedid veyitcaperu bô yedidim - Que venha o fraterno (o rei Salomão) filho do fraterno (descendente de Avraham Avínu) e construa o fraterno (o Bêt Hamicdash) para o fraterno (o Todo-Poderoso) no território do fraterno (Binyamin) e serão expiados os pecados dos fraternos (o Povo de Israel). O Talmud traz versículos demonstrando que todos os citados nesta passagem foram denominados de “fraternos” em versículos do Tanach.

Estou muito satisfeito de ver tantas pessoas presentes hoje. Inclusive pessoas que não estão sempre presentes. Por isso, é importante frisarmos que o judaísmo é um mundo de fraternidade, que acolhe os seus filhos. Quem tem uma visão diferente não conhece o judaísmo autêntico. O judaísmo é acolhedor, é perseverante e exige de nós dedicação. Com esta visão e com a ajuda de Hashem a pessoa atinge as suas metas e é merecedora de méritos sem-fim.

Quando nossos antepassados atravessaram o mar, disseram: “Zê Eli veanvêhu” - este é o meu D’us e vou enaltecê-lo. Sobre este conceito de enaltecer Hashem, o Talmud traz dois comentários no tratado de Shabat. O primeiro é sobre alguém que vai fazer uma mitsvá, como comprar um lulav, um tsitsit ou um Sêfer Torá - que compre bonitos. O segundo, citado pelo sábio Aba Shaul, diz: procure assemelhar-se ao Criador. Sabendo que Hashem é piedoso e misericordioso, seja você também!

Sobre estas duas interpretações, o sábio Shaagat Aryê comenta que não há divergência; que elas são complementares. A primeira opinião refere-se às mitsvot entre nós e Hashem, como o lulav e o tsitsit. A segunda refere-se às mitsvot entre nós e nosso semelhante. Devemos enaltecer Hashem cumprindo suas mitsvot com beleza, empenho e empolgação.

Em toda sinagoga e em todo centro de estudos judaico colocam-se em prática os três alicerces sobre os quais o mundo se sustenta: o estudo da Torá, a tefilá e a prática de guemilut chassadim - boas ações. Conforme explica o Maharal de Praga, estes lugares são um reduto, uma extensão, da Terra de Israel. E é aqui que os frequentadores dão sustentabilidade ao mundo nas condições impostas por Hashem.

Encerro minhas palavras dizendo que estamos muito felizes, mas não podemos esquecer que o bêt hacnêsset não é a casa definitiva de Hashem. Todo yehudi precisa aspirar a vinda do Mashíach e caberá a ele construir o terceiro Bêt Hamicdash, que seja em breve, amen ken yehi ratson.

Ketivá vechatimá tová a todo cahal cadosh.

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